Avançar para o conteúdo principal

Aproveitou a Páscoa para passar férias? Saiba como se proteger!

A exposição aos raios ultra-violeta (UV) não ocorre só quando apanha sol na praia, mas também quando pratica um desporto ao ar livre, quando faz jardinagem ou simplesmente quando caminha ao sol.

A exposição solar deve ser cuidadosa, evitando as horas de maior intensidade. Assim, deve-se reduzir, ao máximo, as suas actividades exteriores entre as 12h e as 16h (antes e depois do "meio dia solar").




Sempre que puder, use um chapéu, uma camisa ou t-shirt de cor escura e óculos quando estiver ao sol, particularmente as crianças e pessoas de olhos claros e pele clara.

A exposição solar deve ser gradual, pois a pele necessita de tempo para se adaptar. O protector solar deve ser aplicado, no mínimo 30 minutos antes da exposição e deve ser renovado de 2 em 2 horas e após o banho, e o contacto com a toalha.


Tenha em atenção o reflexo dos raios solares na neve (85%), na praia (20%), na água e na relva (5%). Estar à sombra de uma chapéu de sol ou toldo não é suficiente para evitar os escaldões. Com templo nublado não se esqueça do protector solar, uma vez que os raios são quase tão perigosos como com sol.


Grupos que devem ter cuidados extras:
As pessoas ruivas, as loiras, com sardas e muitos sinais, devem proteger-se com maior rigor. No 1º ano de idade, as crianças não devem ser expostas directamente ao sol. Uma queimadura solar na infância, duplica o risco de mais tarde se desenvolver um cancro de pele.

Para saber melhor que cuidados deve ter e para evitar escaldões, veja a imagem a seguir...



Ou seja, conforme o seu tipo de pele e o índice de radiação UV, é preciso ter diferentes cuidados, para se evitar o eritema da pele (vermelhão). 
Para além do tipo de pele, possíveis reações cutâneas ou oculares podem modificar a eficiência das medidas de proteção. Tais reações de fotossenssitividade poderão ser devidas a um certo número de agentes internos ou externos. Alguns medicamentos, tais como psoralenos, coaltar, antibióticos ou diversos tipos de agentes inflamatórios, produtos antimicrobióticos, fragrâncias, plantas, etc., podem causar eritema mesmo para baixas doses de UV.

Fontes:
http://www.apcancrocutaneo.pt/
http://www.ipma.pt/

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Saiba quais são as diferenças entre Alergia e Intolerância alimentar

Saiba quais são as diferenças entre  Alergia e Intolerância alimentar   A principal diferença entre alergia e intolerância alimentar é o tipo de resposta que o organismo tem quando está em contacto com o alimento. Na alergia há uma resposta imunológica imediata, isto é, o organismo cria anticorpos como se o alimento fosse um agente agressor e por isso os sintomas são generalizados.  Na intolerância alimentar o alimento não é digerido  correctamente  e, dessa forma, os sintomas surgem principalmente no sistema gastro-intestinal. Os principais sintomas que diferenciam a alergia alimentar da intolerância alimentar são: Sintomas de Alergia Alimentar Sintomas de Intolerância Alimentar Urticaria  e vermelhidão na pele Coceira intensa na pele Dificuldade para respirar Inchaço no rosto ou língua Vómitos  e diarreia Dor no estômago Inchaço da barriga Excesso de gases intestinais Sensação de queimação n...

Tipos de mascaras de protecção e as suas funções

M áscaras diferentes, funções diferentes As máscaras cirúrgicas servem essencialmente para evitar que um doente contamine outras pessoas através da tosse e espirros. No entanto, existem outras máscaras — que são, na verdade, respiradores — que oferecem  proteção bidirecional . É aqui que se incluem as famosas FFP2 e FFP3 (no padrão europeu) e N95 (no padrão norte-americano)  Como  explica  o centro norte-americano para a prevenção e controlo de doenças, existem diferenças assinaláveis entre as máscaras cirúrgicas e os respiradores. Enquanto a máscara cirúrgica fica larga na cara e não filtra qualquer tipo de partícula (apenas impede gotículas de saírem), estes respiradores, equipados com filtros específicos,  são capazes de filtrar partículas minúsculas, impedindo-as de entrar , ao mesmo tempo que se ajustam à cara do utilizador de forma a praticamente evitar qualquer entrada ou saída de ar não filtrado. Consoante as características do filtro,  o...

O vírus que está a dar que falar... Ébola!

O vírus Ébola foi identificado pela primeira vez em 1976, em dois surtos simultâneos que ocorreram no Sudão e na República Democrática do Congo. Desde então têm havido numerosos surtos de pequena dimensão ao longo da África Central e Oriental, nas proximidades da floresta tropical. Os sintomas iniciais de uma infecção por vírus Ébola incluem os sintomas semelhantes aos gripais, como febre, fraqueza e dor muscular. Contudo, a doença evolui rapidamente para um quadro com agravamento de sintomas como vómitos, diarreia, falência hepática e renal, e hemorragias internas e externas. O vírus pode ser transmitido a partir de outras pessoas ou de animais selvagens infectados como os morcegos-da-fruta (esta espécie de morcego é apenas portadora e poderá ser o reservatório natural), os chimpanzés, os gorilas e outros símios que tenham sido encontrados doentes ou mortos em florestas tropicais. De acordo com a Organização Mundial de Saúde os surtos de febre hemorr...